
Controle iraniano sobre a mídia escorrega nas vias ópticas da Internet, e a notícia, com as novas tecnologias, atravessa as fronteiras do conservadorismo.
O pleito para presidente no Irã reelegeu o ultra-conservador Ahmadinejad com 65% dos votos, mas a oposição, apoiada pelo Ocidente, leia-se Grã-bretanha e Estados Unidos, acusou de fraudulenta a reeleição. Protestos eclodiram na capital Teerã e a repressão, típica das ditaduras, coibiu as passeatas e foi além, prendeu jornalistas e políticos. Manifestantes, professores e outros foram surpreendidos e presos durante a noite.
Neste cenário não é difícil prever que o jornalismo seria proibido, mas ao contrário do que aconteceu no Tibet há dois anos, um veículo ficou no ar, a Internet. Através de blogs e mensagens de celular a comunicação reprimida continuou e muito do que aconteceu foi divulgado por esse meio.
É interessante observar o desenrolar deste furo tecnológico em um país de governo autoritário, como dos Aiatolas. A impressão é que o governo não quer parecer uma ditadura, mas a verdade é que a mídia do “jornalista cidadão” está expondo as fragilidades de um sistema ultrapassado, e isso para eles é ruim.
A guerra cultural suplanta até mesmo a ameaça nuclear que se tornou o Irã. Abandonar os preceitos da religião e avançar democrática e tecnologicamente, ou se fechar para o mundo e proibir as novas tecnologias de avançarem mais na corrompida revolução islâmica?
Independente das conseqüências políticas da disputa o episódio entrará para a história como o dia em que a mídia furou a “ditadura”, deixando o DIP e a propaganda Nazista absortos no passado que será lacrado pela liberdade de expressão virtual.
O pleito para presidente no Irã reelegeu o ultra-conservador Ahmadinejad com 65% dos votos, mas a oposição, apoiada pelo Ocidente, leia-se Grã-bretanha e Estados Unidos, acusou de fraudulenta a reeleição. Protestos eclodiram na capital Teerã e a repressão, típica das ditaduras, coibiu as passeatas e foi além, prendeu jornalistas e políticos. Manifestantes, professores e outros foram surpreendidos e presos durante a noite.
Neste cenário não é difícil prever que o jornalismo seria proibido, mas ao contrário do que aconteceu no Tibet há dois anos, um veículo ficou no ar, a Internet. Através de blogs e mensagens de celular a comunicação reprimida continuou e muito do que aconteceu foi divulgado por esse meio.
É interessante observar o desenrolar deste furo tecnológico em um país de governo autoritário, como dos Aiatolas. A impressão é que o governo não quer parecer uma ditadura, mas a verdade é que a mídia do “jornalista cidadão” está expondo as fragilidades de um sistema ultrapassado, e isso para eles é ruim.
A guerra cultural suplanta até mesmo a ameaça nuclear que se tornou o Irã. Abandonar os preceitos da religião e avançar democrática e tecnologicamente, ou se fechar para o mundo e proibir as novas tecnologias de avançarem mais na corrompida revolução islâmica?
Independente das conseqüências políticas da disputa o episódio entrará para a história como o dia em que a mídia furou a “ditadura”, deixando o DIP e a propaganda Nazista absortos no passado que será lacrado pela liberdade de expressão virtual.

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