domingo, 2 de novembro de 2008

Eleições Americanas têm cobertura maior que para prefeitos no Brasil

Prestigio internacional e torcida mundial revelam supremacia norte americana

Jonh MacCain e Barack Obama protagonizam na próxima terça-feira, 4 de novembro, o fim das eleições mais bem cobertas da história na política internacional. Desde as preliminares democratas entre Hilary Clinton e Obama, os jornais do mundo inteiro cobrem o passo a passo dos candidatos. Hoje, os principais jornais de São Paulo trazem em manchete a disputa.

A campanha começou em março deste ano e aos poucos foi ganhando status de caderno especial nos jornais elitistas do país. Enquanto os jornais brasileiros se prepararam para as eleições municipais, cobriram debates e pesquisas em todo país e fizeram caderno especial nos dias decisivos durante três meses no máximo, a briga entre Obama e MacCain nunca saiu do caderno internacional dos pricipais jornais e na TV também.

Isso não acontece à toa. A força economica dos EUA, especialmente diante da crise faz com que as eleições por lá sejam encaradas como eleições mundiais, mas quem é o bom para o Brasil? Se é que existe só podemos responder depois de algum tempo de mandato, mesmo assim a importância dada pela mídia é assustadora.

Quando Obama anunciou que Joseph Biden seria seu vice, houve cobertura nacional com direito a estréia com fogos e comício polpudo. Com Sarha Palin vice de MacCain o barulho foi maior ainda, por ser mulher e inexperiente. Aqui no Brasil, dezenas de prefeitos reeleitos não foram páreo para os personagens gringos.

Em meio a tudo isso, a chamada “Eleições do novo Crack”, recebe tratamento da mídia tupiniquim muito maior que a própria população consegue absorver, ou entender sua importância. A Rede Globo mandou Pedro Bial e Wilian Wack, com direito a especial sobre os estados americanos que podem decidir as eleições.

Em todo o mundo, e aqui também, a torcida pela vitória de Obama é clara, inclusive na mídia. Resta saber o que se espera do próximo presidente dos EUA com relação aos países subdesenvolvidos e ao meio ambiente. Oito anos de Bush não valeram a cobertura anterior, vamos ver se quase um ano de atenção vai valer.

1 comentários:

  1. Oiii achei vc aqui...
    Estou tentando voltar a ativa nos blogs..

    beijoo

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