Conjunto Cultural da Caixa apresenta pela primeira vez desenhos de Francisco Brennand
O nordestino filho de franceses, Francisco Brennand, apresenta até 25 de maio pela primeira vez em São Paulo desenhos trabalhados basicamente com bastão de cera e nanquim sobre papel. A exposição “a alma gráfica” está no Conjunto Nacional e reúne 59 desenhos, além das quatro esculturas que vieram compor a exposição.
De curadoria do critico de arte Olívio Tavares de Araújo, a exposição reúne obras que sintetizam as principais características do autor. Os poucos mais de 50 desenhos foram selecionados dentre 800 apresentados. Araújo escreve no catálogo da exposição: “nunca me passaria pela cabeça a idéia de que elegi os melhores” e completa, “Esta se fez em função da pura reação sensível”.
A primeira impressão é de que se trata de desenhos exclusivamente de mulheres. Aos poucos, figuras híbridas surgem em oposição à sexualidade das jovens retratadas em seus afazeres cotidianos. E a sexualidade, ao invés do erotismo, suscita o sofrimento e a inocência.
Para conhecer melhor as obras de Brennand, especialmente as esculturas, um vídeo de seus trabalhos e da Oficina Brennand é passado no mezanino da galeria. Neste ele afirma: “O grande sentido da minha obra é a liberdade. Não a liberdade no sentido político, mas liberdade no sentido de criação”.
Através do site http://www.brennand.com.br/ é possível conhecer outras obras e a Oficina em Recife.
O nordestino filho de franceses, Francisco Brennand, apresenta até 25 de maio pela primeira vez em São Paulo desenhos trabalhados basicamente com bastão de cera e nanquim sobre papel. A exposição “a alma gráfica” está no Conjunto Nacional e reúne 59 desenhos, além das quatro esculturas que vieram compor a exposição.
De curadoria do critico de arte Olívio Tavares de Araújo, a exposição reúne obras que sintetizam as principais características do autor. Os poucos mais de 50 desenhos foram selecionados dentre 800 apresentados. Araújo escreve no catálogo da exposição: “nunca me passaria pela cabeça a idéia de que elegi os melhores” e completa, “Esta se fez em função da pura reação sensível”.
A primeira impressão é de que se trata de desenhos exclusivamente de mulheres. Aos poucos, figuras híbridas surgem em oposição à sexualidade das jovens retratadas em seus afazeres cotidianos. E a sexualidade, ao invés do erotismo, suscita o sofrimento e a inocência.
Para conhecer melhor as obras de Brennand, especialmente as esculturas, um vídeo de seus trabalhos e da Oficina Brennand é passado no mezanino da galeria. Neste ele afirma: “O grande sentido da minha obra é a liberdade. Não a liberdade no sentido político, mas liberdade no sentido de criação”.
Através do site http://www.brennand.com.br/ é possível conhecer outras obras e a Oficina em Recife.

Cassiano.
ResponderExcluirObrigado por prestigiar o Patifúndio.
É preciso mudar. E tentar de novo, sobretudo. Mantenha o noticiando Couto em pé, e saiba que o Projeto Patifúndio está de portas abertas.
Abraços,
Michell Niero